Vamos começar a contar uma estória. Três amigos, mais ou menos normais, decidiram fazer uma viagem para o centro do Brasil, ou da Terra, dependendo do ponto de vista.
“Lá chegando, foram tomar um cafezinho e encontraram um boiadeiro com quem foram falar”. Foi assim que decidimos começar a viagem por Brasília, mineira como Juscelino. Sua noite encantadora e seu preço exorbitante nos deram humildade suficiente para cair fora no dia seguinte. Noooh Vazou.
O Rato não sabia, mas houve uma chuva forte e a Tracker “Guerreira” desviou o seu rumo e foi parar na Chapada dos Veadeiros. Ih, erramos, mas foi louco.
De lá, a tão esperada Barra do Garça. Serra do Roncador, lugar de disco voador. “Vûo, vûo, vuô” (Baianês). Procuramos o flanelinha para pedir uma ajuda, mas ele estava muito ocupado manobrando discos voadores, pois era 4 de Julho (Independeence Day).
Se o Rato quiser, nas vamos ver o véu da noiva, no centro Geodésico do Brasil. Lugar de cachoeiras distantes e baixas temperaturas.
Rumamos a Coxim saber o que aquela cidade tá fazendo, sozinha, no meio do Pantanal. Quem teve a idéia de acampar ali e montar um arraial? Ou será um harém? Afinal, tem que ter alguma coisa boa por lá.
Buniiito, hein MT e S! Desce daí menino! Muito peixe, fotografias e bagunça (hostels). Cadê o Menino?
Foi pra Campo Grande porque o menino queria McDonalds, escada rolante, elevador, sinal, faixa de pedestre, chocolate... Tá bom, tá bom, num gosto de doce.
Vamos para Três Lagoas. Responda o enigma: Quantas lagoas tem em Três Lagoas? Como disseram em Lagoa Santa, se uma é boa, imagina três, ou sete?
Fomos para Monte Carmelo porque esquecemos de pescar durante a viagem.
Ufa, BH. Semana que vem, continua em Dom Joaquim.
Inté.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
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